sábado, 17 de março de 2012

Aprendendo...

Olá!
E aí como você está nesse dia? Espero que bem!
Penso que seja um bom momento para tentarmos realizar um diálogo que nos proporcione mais uma vez um entendimento. Assim espero resgatar aquilo que o tempo sempre tem nos roubado...
Talvez você esteja se perguntando: Só agora ela me respondeu?
Pois é, estou tentando organizar um pouco a zona que insisti em permanecer no meu e-mail... Assim cheguei em outubro de 2011 e pasme! Descobri que eu não te respondi... não foi descaso, apenas deixei para lhe responder em um tempo mais calmo e, pelo que pude perceber, somente agora parece sê-lo.
Lembro-me do dia que eu li esse seu e-mail, para variar, não estava no Rio. Pelas minhas escolhas que me levam para o mundo estava distante de tudo e de todos que soam como o meu alicerce para a vida.
Mas fiquei feliz com a minha postura. Talvez se tivesse lhe respondido, por um computador em uma Lan House, criasse ainda mais um hiato que insisti em existir entre nós dois.
Hoje reli o seu e-mail e afirmo que continuo com as suas perguntas pairando sob mim.
Penso que o mais difícil você já conseguiu fazer: as perguntas. Porém você me busca para respondê-las e, novamente, lhe digo que não irei respondê-las. Não me cabe fazer isso... e digo mais! Você já possui as respostas. Talvez não sejam as respostas que você desejasse possuir e principalmente, elas não condizem com as “normas” da sociedade. O fato é que você não quer acreditar! E Eu volto a dizer: não posso te ajudar! Apenas você pode ter consciência sobre isso...
Como estamos tentando construir um diálogo e isso pressupõe, no mínimo, a existência de duas pessoas abertas a esse tipo de atitude, me permiti colocar as minhas impressões sobre suas perguntas. Mas ressalto que elas são apenas impressões. As certezas cabem a cada um de nós... :)
Continuo não sabendo sobre qual post você se refere, mas também continuo pensando que não preciso, enquanto autora, explicar um texto. A ideia é que esse se revele sozinho. E pelo que pude perceber, de alguma maneira esse texto lhe proporcionou uma das possíveis leituras. Fico lisonjeada por esse resultado. Escrever me enriquece. Encontrei na escrita apenas uma maneira de organizar meus pensamentos, mas tenho tido a oportunidade de receber ou manter diálogo com pessoas que leram meus textos e essas por algum motivo também se identificaram. Novamente fico lisonjeada! Papo de escritora iniciante mas talvez não tenhamos tempo para conversar sobre isso...
Você afirma que não sabe lidar comigo... essa frase foi o seu grande grito! Percebi um pouco da pessoa que conheci... essa insegurança é que nos move pela vida, não se esqueça disso!
Porém para legitimar o distanciamento que você insistiu em manter no seu texto, você coloca outra personagem na conversa. Assim acredita que nós permaneceremos distantes apenas por você ter escrito que estava namorando e feliz. Talvez o compromisso venha antes da felicidade, pelo menos, para você. Porém não entendo essas suas afirmações... se elas estão no patamar das suas certezas, tendo novamente como parâmetro a pessoa que conheci, você não precisaria espalhar aos quatro cantos que está com esse compromisso e/ou sentimento. Nós nunca nos exigimos utilizar isso e, principalmente, nunca fomos menos corretos também por não fazê-lo. Enfim essa é uma atitude que não me cabe mais ressaltar.
Mas como sempre falei para você, eu não quero ao meu lado uma pessoa que siga o que a sociedade considera como os padrões aceitáveis posto que isso é fácil! Relacionamento de fachada “para apresentar à sociedade” e no armário, o famoso “quando ninguém está vendo”, para mim configura como uma defesa das pessoas hipócritas.
Você sabe o que penso sobre essas hipocrisias sociais e isso também são nossas escolhas de vida. Somente desejo que as pessoas que me relaciono, em todos os espaços, que elas sejam sinceras comigo. Às vezes isso acontece, outras vezes nem tanto... mas cada um constrói a vida que melhor lhe convém, não é mesmo?
Não me furto em dialogar com você, sempre tentei isso, às vezes com sucesso outras tantas vezes, sem ele. Porém foram esses diálogos ou a ausência deles que nos acrescentaram e nos permitiram ser quem somos hoje.
Enfim nós (eu e você) nos conhecemos o suficiente para saber até mesmo sobre os nossos pontos de congruência ou as nossas intermináveis incongruências. Somos quem nos completa, mesmo que assim, distantes.
Talvez hoje tenhamos alcançado o maior grau da percepção sobre nós mesmos e eu talvez esteja pronta para dialogar/interagir com você de outra maneira. Digo que daqui para frente poderemos ser apenas amigos. E quando a saudade insistir em emanar, eu escreverei assim o texto guardará àquilo que um dia já foi vivido...
Abraços,
Juliana Nascimento.
Essa não é mais uma carta de amor...são pensamentos soltos traduzidos em palavras para que você possa entender, o que eu também não entendo!

quarta-feira, 14 de março de 2012

A Nuvem


Passa Nuvem, passa...
Olhei para as nuvens no céu hoje à tarde e desejei por algum tempo contemplá-las
Mas com o que pareciam?
Embora tenham me suprimido grande parte do contentamento dessa reflexão, eu insisti!
Permiti-me, simplesmente sorrir com as infinitas possibilidades que a minha imaginação estava dando para uma, dita, simples Nuvem
Momento de contemplação e de exercício com o abstrato
Tornamo-nos adultos.
Com toda essa transformação nos podaram também para que pudéssemos olhar as coisas mais simples do dia.
Sorri sozinha
Essa simples percepção do que parece ou não parece do formato das nuvens
E elas pareciam realmente algodão...

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Segui à Lua!

A Lua hoje estava bela e talvez surpreendentemente misteriosa...
Segui...
Segui como se hoje eu estivesse sendo condecorada para reviver um momento especial e para ter a oportunidade de novamente guardar cada detalhe dentro, apenas, daquilo que chamo de memória dos bons momentos.
A Lua sempre me remete ou marca os meus melhores momentos vividos. Recordando as minhas sensações ou sentimentos emanados, Ela sempre estava lá soberana e observando tudo que acontecia, apreciando e por que não, iluminando!
É esse espetáculo maravilhoso que me traz recorte dos momentos vividos e talvez um pouco de saudade daquilo que não voltará a ser o que já foi no passado. Talvez seja esse o motivo de termos nossa memória. Para que ela nos remeta exatamente para aquele momento vivido.
Hoje tive saudade e lembrei exatamente da Lua que invadia e iluminava aquilo que era para estar totalmente no escuro. Essa proporcionando um dos melhores momentos já vividos por mim.
Certa vez me prometeram ter novamente esse momento e hoje, pensando sobre isso, vejo o quão impossível seria a realização dessa promessa. Talvez exatamente porque não podemos reviver a mesma Lua com a mesma luminosidade que vivenciamos e assim esse momento ficou apenas na promessa de ser revivido.
Pois é, as coisas mudam sempre e por mais que nos prometam que será igual, estamos mentindo para nós mesmos. O Igual nunca existirá. Viver o momento, guardar na memória cada fecho de luz emanado pela Lua, a sombra e claridade que proporcionou é o único meio de chegarmos o mais próximo daquilo que já foi vivido.  Seguir ou desejar que seja novamente realizado é viver no passado, é exigir que o momento fosse estático. E com certeza, sabemos que não é! Não é possível parar por algum tempo para voltar naquele exato momento para que esse seja novamente iluminado.
Nesse desejo de iluminar e esconder vão também nossos pensamentos e sensações...
Esconder para que? Linda e formosa como estava era inevitável que algumas reflexões fossem estimuladas em mim.
Abraços,
Ju Nascimento

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Pavimentação de rua: para que ou para quem?

Hoje mais do que nunca leio essa notícia com mta, mas mta raiva!!! A cidade do Rio de Janeiro - RJ realmente não é p/ tod@s...enquanto tudo está lindo no Sambódromo hoje tive a negativa sobre o processo de 2 duas ruas na Zona Oeste localizada no município do RJ cujo, por acaso, tem a mesma temática: pavimentação. Enquanto anualmente o Sambódromo renova a pavimentação, realizada pela prefeitura. Ninguém consegue que esse mesmo órgão do Estado se esforce para realizar esse serviço, pelo menos uma vez, em outro lugar. O processo andou tanto, mas tanto apenas para no final falarem aquilo que todos já sabiam antes mesmo de dar entrada na prefeitura. Talvez tenham gasto mais no transporte e manutenção desse papel do que se realmente fizessem a obra. Vamos comemora mas um feito da morosidade do Estado!!! 10 anos para atestar aquilo que todos já sabiam... estamos mais uma vez tendo o nosso direito negado...mas quem se importa? Ah! mas não se esqueçam, o Rio é a cidade do Samba e sejam bem-vindos à cidade maravilhosa...hehehehehe

Abraços,
Juliana Nascimento.

Prefeitura conclui serviço de pavimentação no Sambódromo

Infraestrutura

alt
A Prefeitura do Rio concluiu na tarde desta quarta-feira (4) o serviço de fresagem e recapeamento asfáltico na Avenida Marquês de Sapucaí e na Praça da Apoteose, no Sambódromo, no Centro da cidade.
Segundo a Prefeitura, o trabalho de revitalização da área de 14 mil metros quadrados foram utilizadas 1.300 toneladas de asfalto. Ao todo, 25 homens da Coordenadoria Geral de Conservação (CGC) trabalharam com apoio de caminhões compactadores e fresadoras.

Fonte:
http://diariodemocratico.com.br/infraestrutura/13-noticias/4815-prefeitura-conclui-servico-de-pavimentacao-no-sambodromo

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Escreverei quando as lembranças insistirem em trazer você. Assim, às palavras guardarão às memórias daquilo que um dia já foi vivido. JN

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Atemporal



Sou do tempo que os amig@s eram importantes
Sou do tempo que as palavras valiam alguma coisa
Sou do tempo que as promessas eram para serem cumpridas
Sou do tempo que as pessoas se importavam umas com as outras sem interesse
Sou do tempo que brincar com meninos não era nada além de simples brincadeira
Sou do tempo que não existiam redes sociais virtuais e nos comunicávamos melhor
Sou do tempo em que ficar com a família não era apenas manter a tradição
Sou do tempo em que as pessoas se viam mais e se respeitavam mais
Sou do tempo que não era nunca o tempo e sim os momentos
Sou do tempo em que éramos mais simples
Sou do tempo
Do tempo
Tempo...

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Do sossego

Muita coisa não faz sentido
E para que se desesperar?
Não me convide para participar se você mesmo não acredita que poderemos vencer.
Gostaria de fazer silêncio e esse sim, fosse suficiente para descrever tudo aquilo que preciso te falar.
Às vezes, somos nossos próprios inimigos torcendo para que não dê certo.
Por hora, nos contentaremos com o mínimo apenas para sentir um falso conforto.
E por vezes dedicaremos horas e horas à contemplar aquilo que realmente importa.

JN