domingo, 15 de outubro de 2017
Feliz Dia dos Professores
Às vezes vasculho o que já foi escrito por mim e academicamente, defendido ou não. Publicado ou não.
Neste caso, TCC defendido e publicado.
Ontem fitei essa lauda. Ela diz muito sobre mim e, principalmente, também sobre a minha caminhada acadêmica.
Continuo defendendo uma Educação Pública Regular e de Qualidade para todos, independente, da circunstância que esteja, momentaneamente.
Feliz Dia!
Abraços,
JF.
terça-feira, 10 de outubro de 2017
O futuro é agora!
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| Quissamã!! |
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| Mar e o céu de Quissamã |
terça-feira, 5 de setembro de 2017
A vida e seus encontros
Ele, estagiário de Educação Física em uma Escolinha de Futebol.
Ela, professora.
Lá pelas tantas, ele começou a refletir sobre o mercado das Escolinhas de Futebol.
Foi quando parei para observá-lo.
Era um rapaz muito inteligente.
Observador das artimanhas que a família faz para depender da bolsa e de como os clubes se alimentam de uma pseudo promessa de algum dia essas crianças serem profissionais.
Como a criança se transforma e é vista como moeda de troca, mero objeto.
Ele disse: eu não acho isto certo, não!
Refletiu sobre outras coisas também.
Sempre bem lúcido em suas colocações.
Ao final, se despediu da moça, pedindo desculpas pelo desabafo.
A VIDA passando e ele insistindo em permanecer inquieto com a "realidade" do #mundocão
Abraços,
JF.
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
O bolo e o dia dos Pais
Lá em casa não foi diferente. Reuniram-se todos.
Fiz um bolo simples. Com ingredientes básicos como: ovos, manteiga, açúcar, farinha e fermento.
Mas por incrível que pareça, o bolo ficou com uma característica própria.Único.
Meu pai encantado com o airado do bolo, comentou diversas vezes da qualidade do bolo.
Fiquei pensando sobre o que eu fiz de diferente para obter o resultado tão saboroso e diferente.
Pensei...
Achei que poderia ser a temperatura da manteiga. A leveza com que bati e deixei o ar agregar na massa...
Fiquei pensando como poderia repetir o mesmo resultado.
Mas, eu mesma já sei que esse momento nunca mais voltará. Ficará na memória do meu pai e também de toda a minha família.
Talvez esse seja o legal da vida!
A certeza que esse momento nunca mais voltará, nos permite dedicar todo o amor naquele feito.
Abraços,
Juliana Ferreira
domingo, 11 de dezembro de 2016
SÓ
Fato recorrente: as pessoas desejando, na hora da ira e em tom de reprovação as outras: vai ficar sozinha.
Sempre que ouço ou leio algo desse tipo, me vejo pensando o quanto as pessoas possuem muito MEDO de ficarem consigo mesmas.
Desejar a solidão nunca é como algo positivo ou bem visto. A sociedade criou um universo muito peculiar onde se pensa que um aglomerado de gente que não possui nada em comum, que não se ama, que se agride, se inferioriza, se mata é melhor que ficar sozinha. Chegamos ao cúmulo de criar aparelhos que reproduzem vozes humanas, apenas para não permitir que tenhamos a escuta de nós mesmos. A religião também neste movimento não permite a oração em silêncio. O pensar e refletir está cada dia mais em desuso. É tudo muito alucinante. Muito acelerado. Mas dirão que, é isto que é vida!!
A solidão, a paz, o silêncio, a tranquilidade, a calmaria e a reflexão seriam coisas estranhas para essas pessoas e assim, se constrói o insulto.
Cada um com seus valores. Cada um com o seu olhar pela VIDA.
O que para muitos configura como reprovação, para mim, é a maior prova que chegamos no ápice da existência humana. Não existe reflexão no barulho.
Eu, ao contrário diria, que bom que você consegue ficar sozinha!! Seja muito feliz sozinha. Afinal, a certeza que temos é que todos, independente de tudo que construímos nesta vida, iremos morrer sozinhos. Qualquer pessoa já deveria ter consciência disto. Facilitaria qualquer diálogo.
Mas cada um que trace a melhor forma de caminhar nesta vida. O processo evolutivo também é individual.
Alguns necessitam de bengalas, muitas, de preferência! Assim se justificam com base em um discurso socialmente aceito: Não faço algo por causa do filho, do marido, do pai, da mãe, do cachorro, do papagaio até das plantas já ouvi como desculpa! As pessoas vão criando novas correntes e ao longo dos anos vão ficando cada vez mais pesadas. Percebem o cansaço, mas não mais tem energia para rompe-las. Se sentem cansadas e se dão por vencidas. É neste momento em que o vazio da tal "solidão" toma conta dessas pessoas que não se educaram para ser sua melhor companhia, se veem perdidas. Sem rumo. Esperam que alguém as tirem da inércia. Gritam! Mas os outros não mais ouvirão o lamúrio.
Outras pessoas já conscientes de sua estrutura, construirão parcerias para que esta caminhada VIVA, se torne cada dia mais bela e agradável. Certas de que, em algum momento, obrigatoriamente, estarão sozinhas na caminhada pela VIDA e mesmo assim, necessitarão continuar a caminhar. Sem sofrimento. Sem negação da responsabilidade por sua VIDA!
Abraços,
Juliana Ferreira.
sábado, 19 de novembro de 2016
Eu e o Tempo
Por muitos anos, digo, quase todos os anos da minha pouca VIDA precisamente, 35 anos, tenho tido esse ser narrado por muitos, como controlador, ao meu lado. Nunca precisei correr ou paralisar para que eu o acompanhasse. Estava lá, lado a lado. Sem sofrimento. Sem cobranças. Sem negação.
Companheiro dedicado. Perfeito.
Até que um dia, eu comecei a acreditar que, realmente, deveria ser uma pessoa estranha demais por não sofrer com ele. Nesse momento foi que TUDO desandou.
Começou a aparecer muitas pessoas, com muitos problemas com o Tempo.
Exigindo ora um acelerar, ora um parar do meu Tempo. Da minha VIDA. Da mudança da minha relação com o Tempo.
Por vezes, respirei e consenti que fizessem isto.
Porém, o próprio Tempo pediu para que se findasse essa "lógica".
Cada vez mais a alegria pelo Tempo sereno retorna e, me faz cada segundo mais grata pela Vida.
Abraços,
Juliana Ferreira.


