terça-feira, 31 de outubro de 2017

Um tempo NOVO

Uma boa historinha.
Tem gente que toma porrada...
Se fode bonito.
Uma, após a outra,
tá lá se fodendo...
Sem esforço nenhum de ninguém,
Mas...
infelizmente,
Não aprende.
Não pensa em parar de prejudicar as pessoas.
Não pensa que essa maneira de viver é a pior que existe.
Ao contrário...
Gosta de testar até mesmo a minha benevolência...
Só que esta sim,
tem um LIMITE muito curto e é PRUDENTE, sempre, não violá-lo.
Vou continuar SÓ observando, você se fodendo aí...
Não me abalo mais em "salvar" essas almas esquisitas.
Mas, desejo fortemente que, seja muito feliz bem longe de mim.
#anoacabando
#vemVIDA
#evitandofadiga
#cagueipratudo
#faltamnovesegundasparaoNatal
#seeujámeachavaimaginaagora

JF

sábado, 21 de outubro de 2017

O veneno que corrompe a VIDA na escola

Ontem li uma notícia com a seguinte manchete: Professoras de instituição privada passam mal após ingerirem bolo dado por alunos professoras de instituição privada passam mal após ingerirem bolo dado por alunos


            Gostaria muito de saber se julgarão criminalmente esses envolvidos. É inaceitável o nível de crueldade e extrapola qualquer possibilidade de compreensão.
Sabe o que eu ando amadurecendo ao longo desses 5 anos? Que precisamos rever, URGENTEMENTE, a OBRIGATORIEDADE do Ensino Fundamental. A sociedade, hoje, não acredita na importância do ensino para sua VIDA. Na verdade, vê a escola apenas como um obstáculo para "conquistar" a sua tal "liberdade". 
A família pensa que a ela cabe, apenas, colocar no mundo. Para a sociedade e a escola, a obrigação de civilizar e educar os seus filhos; Ao Estado, cabe garantir essa universalização e permanência de toda essa externalização da vida privada. A família vai se eximando de suas responsabilidades e deveres, onde ela se sente no DIREITO de apontar que, as pessoas que trabalham neste espaço são as que dificultam ao acesso a esses "direitos". Interessante notar como reduzem tudo a simplista e pouco efetiva questão de bar. O "problema" neste olhar é apenas as pessoas que trabalham neste espaço, seja público ou privado. Acreditam dessa forma que exterminando-as, o problema está resolvido.
A conclusão que chego é que somos e estamos, todos, prisioneiros de um Sistema falido. Mas, mesmo diante de tudo isto, PRECISAMOS continuar tendo FÉ na humanidade. Hehehe


JF.

domingo, 15 de outubro de 2017

Feliz Dia dos Professores

Feliz Dia dos Professores!!!
Às vezes vasculho o que já foi escrito por mim e academicamente, defendido ou não. Publicado ou não.
Neste caso, TCC defendido e publicado.
Ontem fitei essa lauda. Ela diz muito sobre mim e, principalmente, também sobre a minha caminhada acadêmica.
Continuo defendendo uma Educação Pública Regular e de Qualidade para todos, independente, da circunstância que esteja, momentaneamente.
Feliz Dia!
Abraços,
JF. 

terça-feira, 10 de outubro de 2017

O futuro é agora!

Quissamã!!


Nas últimas semanas as pessoas tem insistido em me lembrar da VIDA que exala por cada poro da minha pele. Quando percebo, estão elas me lembrando de um show que ninguém queria ir e eu, mobilizava todo mundo. De uma viagem para um lugar que não tinha mais lugar para dormir e de repente, pergunto se indicam alguém e lá fui eu, sem nem mesmo saber nada sobre a pessoa e, no entanto, na certeza da FÉ que me move, perceber que Deus agiu em cada detalhe naquele lugar e naquelas pessoas. Pude partilhar de dois dias inesquecíveis. Tudo vivido por lá, fez essa viagem ser alçada a um dos meus melhores momentos da minha vida. 

O céu estrelado de Quissamã nunca mais foi esquecido. As pessoas de lá, o carinho recebido, a simplicidade e o amor que envolveu cada segundo que estive por lá, também não. Tudo isto está entranhado no meu viver. Na maneira como acredito na bondade das pessoas. Na capacidade delas serem elas mesmas e poderem serem as melhores coisas do lugar. Essa viagem ficou na minha história mas, percebi que nunca escrevi sobre ela. 

Mergulhei neste momento por conta da amiga que lá deixei, me convidando para lá retornar. Nunca mais pude voltar, talvez porque agora tive que aprender a "planejar" demais. 
Era feriado de Zumbi, 20 de Novembro de 2009. Peguei uma mochila, joguei nas costas. Um colchão inflável na bagagem. Pouca roupa e parti para rodoviária na certeza que tudo daria certo. Essa convicção, às vezes, me assusta, ainda! rs Mas, lá fui eu... O motivo oficial: uma prova. A prova mesmo, pouco importou no final. Já a família da então desconhecida amiga, o fusca amarelo, a praia (mesmo eu não sendo muito fã), o cuidado nos detalhes deles para que eu me sentisse confortável, a acolhida, os sonhos compartilhados, a descrição da vestimenta para o encontro na rodoviária de lá, foi tudo tão delicado. Muito lindo. 
A capacidade das pessoas serem elas mesmas e serem a melhor parte de tudo no mundo. Pouca tecnologia nessa história toda. Apenas uma ligação do trabalho, a confirmação na rodoviária e a certeza que tudo sairia na mais perfeita tranquilidade.
Engraçado que, estou tentando lembrar mas, o medo não passou nem perto dos meus pensamentos. Não cogitei que ela não apareceria ou que seria tudo muito estranho. E, de fato, não aconteceu. Não tinha por quê ocupar meus pensamentos com situações ruins. 
Fato, eu estava vivendo perfeitamente aquele momento. Foi real!! A VIDA de PAZ nos detalhes. Nos encontros. Tudo belamente arquitetado por Deus. 
Eu creio!! 
Deus cuida da gente nos detalhes. 

De fato, já não tinha em mim, a memória tão latente da vida bem vivida e de tudo que já pude vivenciar ao longo desses mais de dez anos de liberdade plena. 
Mas, devo observar essas reviravoltas da VIDA. Talvez seja porque eu, em mim mesma, já tenha decidido que o tempo de hibernação basta. Já aprendi o que tinha que aprender, rá! Não aprendi nada de bom, é fato. Me acalmei, mas ainda luto diariamente com toda essa inércia e robotização da VIDA HUMANA que insiste em tentar me devorar. 
Fique com o Mar que acalma lá de Quissamã!

Abraços,
Juliana Ferreira
Mar e o céu de Quissamã

terça-feira, 5 de setembro de 2017

A vida e seus encontros

Hoje no #MetrôRio um rapaz começou uma conversa com uma moça.
Ele, estagiário de Educação Física em uma Escolinha de Futebol.
Ela, professora.
Lá pelas tantas, ele começou a refletir sobre o mercado das Escolinhas de Futebol.
Foi quando parei para observá-lo.
Era um rapaz muito inteligente.
Observador das artimanhas que a família faz para depender da bolsa e de como os clubes se alimentam de uma pseudo promessa de algum dia essas crianças serem profissionais. 
Ele comentou algo que eu tb penso: os incentivos do governo de um salário mínimo faz com que as crianças sustentem seus responsáveis e também o mundo fictício do futebol. 
Como a criança se transforma e é vista como moeda de troca, mero objeto. 
Ele disse: eu não acho isto certo, não! 
Refletiu sobre outras coisas também. 
Sempre bem lúcido em suas colocações. 
Ao final, se despediu da moça, pedindo desculpas pelo desabafo. 
A VIDA passando e ele insistindo em permanecer inquieto com a "realidade" do #mundocão 
Abraços,
JF.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

O bolo e o dia dos Pais

Ontem dia 13 de agosto de dois mil e dezessete, no Brasil, foi do Dia dos Pais.
Lá em casa não foi diferente. Reuniram-se todos.
Fiz um bolo simples. Com ingredientes básicos como: ovos, manteiga, açúcar, farinha e fermento.
Mas por incrível que pareça, o bolo ficou com uma característica própria.Único.
Meu pai encantado com o airado do bolo, comentou diversas vezes da qualidade do bolo.
Fiquei pensando sobre o que eu fiz de diferente para obter o resultado tão saboroso e diferente.
Pensei...
Achei que poderia ser a temperatura da manteiga. A leveza com que bati e deixei o ar agregar na massa...
Fiquei pensando como poderia repetir o mesmo resultado.
Mas, eu mesma já sei que esse momento nunca mais voltará. Ficará na memória do meu pai e também de toda a minha família.
Talvez esse seja o legal da vida!
A certeza que esse momento nunca mais voltará, nos permite dedicar todo o amor naquele feito.
Abraços,
Juliana Ferreira

domingo, 11 de dezembro de 2016

Fato recorrente: as pessoas desejando, na hora da ira e em tom de reprovação as outras: vai ficar sozinha.
Sempre que ouço ou leio algo desse tipo, me vejo pensando o quanto as pessoas possuem muito MEDO de ficarem consigo mesmas.
Desejar a solidão nunca é como algo positivo ou bem visto. A sociedade criou um universo muito peculiar onde se pensa que um aglomerado de gente que não possui nada em comum, que não se ama, que se agride, se inferioriza, se mata é melhor que ficar sozinha. Chegamos ao cúmulo de criar aparelhos que reproduzem vozes humanas, apenas para não permitir que tenhamos a escuta de nós mesmos.  A religião também neste movimento não permite a oração em silêncio. O pensar e refletir está cada dia mais em desuso. É tudo muito alucinante. Muito acelerado. Mas dirão que, é isto que é vida!!
A solidão, a paz, o silêncio, a tranquilidade, a calmaria e a reflexão seriam coisas estranhas para essas pessoas e assim, se constrói o insulto.
Cada um com seus valores. Cada um com o seu olhar pela VIDA.
O que para muitos configura como reprovação, para mim, é a maior prova que chegamos no ápice da existência humana. Não existe reflexão no barulho.
Eu, ao contrário diria, que bom que você consegue ficar sozinha!! Seja muito feliz sozinha. Afinal, a certeza que temos é que todos, independente de tudo que construímos nesta vida, iremos morrer sozinhos. Qualquer pessoa já deveria ter consciência disto. Facilitaria qualquer diálogo.
Mas cada um que trace a melhor forma de caminhar nesta vida. O processo evolutivo também é individual.
Alguns necessitam de bengalas, muitas, de preferência! Assim se justificam com base em um discurso socialmente aceito: Não faço algo por causa do filho, do marido, do pai, da mãe, do cachorro, do papagaio até das plantas já ouvi como desculpa! As pessoas vão criando novas correntes e ao longo dos anos vão ficando cada vez mais pesadas. Percebem o cansaço, mas não mais tem energia para rompe-las. Se sentem cansadas e se dão por vencidas. É neste momento em que o vazio da tal "solidão" toma conta dessas pessoas que não se educaram para ser sua melhor companhia, se veem perdidas. Sem rumo. Esperam que alguém as tirem da inércia. Gritam! Mas os outros não mais ouvirão o lamúrio.
Outras pessoas já conscientes de sua estrutura, construirão parcerias para que esta caminhada VIVA, se torne cada dia mais bela e agradável. Certas de que, em algum momento, obrigatoriamente, estarão sozinhas na caminhada pela VIDA e mesmo assim, necessitarão continuar a caminhar. Sem sofrimento. Sem negação da responsabilidade por sua VIDA!

Abraços,
Juliana Ferreira.